VOLKSWAGEN NO
BRASIL

Fábrica do fusca no Brasil
em 1959
Ano |
Eventos |
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1950 |
No mês de novembro, chegam ao Brasil os 30 primeiros VW. |
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1953 |
Em um galpão alugado em São Paulo, começa a montagem do VW 1200 |
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1956 |
Inicia-se a construção da primeira fábrica no Km 23,5 da Via Anchieta em São Bernardo do Campo - SP. De 1953 a 1956 são montados 2.268 unidades com peças trazidas da Alemanha. |
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1957 |
No mês de setembro inicia-se a produção do primeiro veículo fabricado pela VW no Brasil, a Kombi. |
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1959 |
No dia 3 de janeiro inicia-se a fabricação do VW Sedan 1200. A fábrica é inaugurada oficialmente no dia 18 de novembro. |
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1962 |
O Fusca lidera as vendas no mercado brasileiro com mais de 31 mil unidades. Tem inicio a fabricação do Karmann Ghia (tipo 14). |
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1967 |
Em 4 de julho a produção total chega a 500 mil veículos fabricados. O motor 1200 é trocado pelo 1300 e o vidro traseiro se torna 20% maior. Inicia-se a produção do Puma com mecânica VW 1500. |
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1968 |
Em dezembro é lançado o VW 1600 quatro portas (Zé do Caixão). O Fusca passa a utilizar sistema elétrico de 12 volts. |
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1969 |
Aparece o VW 1600 Variant. |
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1970 |
Aparece o VW Sedan 1500 (Fuscão), com faróis traseiros um pouco maiores e tampa do motor com aberturas para ventilação. No final do ano surge o VW TL 1600. Aparece o novo Karmann Ghia TC. |
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1971 |
É encerrada a fabricação do VW 1600 (zé do caixão), depois de 24.475 unidades produzidas. |
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1972 |
A produção do fusca alcança 1 milhão de unidades produzidas. Em junho aparece o esportivo SP-1 (65cv), SP-2 (75cv). É encerrada a produção do Karmann Ghia (tipo 14). |
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1973 |
Neste ano são vendidas 224 mil unidades, representando 40% de todas as vendas de veículos no Brasi. Surge a Brasilia. |
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1974 |
Surge o VW 1600 (Super Fuscão). A VW é recordista em vendas com 237.323 vendidas em um ano. Em setembro é iniciada a fabricação do VW Passat 1500. |
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1975 |
É encerrada a produção do Karmann Ghia TC. A Puma adota o chassis da Brasília. |
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1976 |
A produção do Fusca chega a 2 milhões. Surge o Passat TS 1600. Em fevereiro o SP-2 deixa de ser produzido (total fabricado: 10.205 unidades, sendo 88 unidades do SP-1). A TL também deixa de ser produzida (total fabricado: 109.313 unidades) |
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1977 |
A Variant deixa de ser produzida. É lançada a Variant II, com suspensão dianteira McPherson. |
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1979 |
São utilizadas luzes traseiras circulares grandes (no fusca) e é introduzido o motor a álcool (fusca, Brasília). |
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1980 |
No mês de maio é lançado o Gol 1300, com motor dianteiro refrigerado a ar e tração dianteira. A Variant II é retirada de linha (total de unidades produzidas: 41.002). |
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1981 |
Surge o Voyage, com motor dianteiro refrigerado a água, derivado do Passat e o Gol adota também o motor 1600 a ar. |
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1982 |
Em março é suspensa a fabricação da Brasilia (cerca de 1 milhão de unidades fabricadas em 9 anos). Aparecem os modelos derivados do Gol (Parati e Saveiro). O VW adota oficialmente o nome FUSCA para os veículos que até então já vinham sendo chamados de “fusca”. |
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1985 |
Começa a produção do VW Santana. Fusca recebe novo motor a álcool de dupla carburação. |
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1986 |
Em 31 de outubro é produzido o último fusca, o de número 3.321.251 desde 1959. |
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1987 |
É criada a Autolatina, uma joint-venture entre a VW e Ford. Aparecerem VW com motor Ford e Ford com motor VW. |
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1988 |
Chega ao fim a produção do Passat (mais de 800.000 unidades produzidas). |
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1993 |
No dia 23 de agosto é reiniciada a fabricação do Fusca. O então presidente do Brasil, Itamar Franco, interessado em gerar mais empregos e produzir um automóvel popular, incentivou a VW do Brasil. |
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1994 |
Depois do fracasso, chega ao fim a Autolatina (Ford e VW se “separam”) |
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1996 |
No dia 11 de julho,
depois de apenas 47.700 unidades produzidas, o Fusca deixa de ser
novamente produzido. |
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No ano de 1962, apenas três anos depois da fabricação do primeiro Fusca no Brasil, inicia-se a fabricação do Karmann Ghia (tipo 14) com motor de 1200 cm3, com as mesmas características do modelo original alemão. A VW do Brasil produzia o chassis e os componentes mecânicos e a Karmann Ghia do Brasil fabricava a carroceria e realizava a montagem e o acabamento. Em seguida o veículo retornava à VW que era a responsável pelas vendas e assistência técnica. |
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O modelo brasileiro tinha pára-choques diferentes e pára-lamas com pequenas alterações |
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No ano de 1967 o KG passou a utilizar o motor de 1500 cm3. |
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Em janeiro de 1968 é lançado o Karmann Ghia conversível. Somente foram produzidas 177 unidades. |
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No ano de 1970 o KG passou a ser equipado com motor 1600 cm3, vidros traseiros com abertura regulável e luzes traseiras maiores.
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Em 3 de agosto de 1970 é lançado o novo Karmann Ghia TC (Touring Coupé), com modelo desenhado no Brasil. Tinha motor de 1600 cm3, igual ao utilizado no Variant (tipo 3) |
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No ano de 1972 encerra-se a fabricação do Karmann Ghia (tipo 14) e no ano de 1975 encerra-se a fabricação do Karmann Ghia TC. |
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No início da década de 70, os automóveis esportivos no Brasil eram o Karmann Ghia (produzido pela VW e Karmann Ghia do Brasil) e o Puma, produzido por uma empresa independente mas que utilizava componentes mecânicos da VW.
Nesses anos a importação de veículos pelo Brasil era proibida e por isso essas eram as únicas opções para quem queria um automóvel esportivo. |
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Como as vendas do Karmann Ghia não tinham o mesmo sucesso das do Puma, a VW decidiu participar do mercado de automóveis esportivos com um modelo novo, audaz e moderno. |
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A resposta da VW foi um automóvel totalmente desenhado no Brasil, não uma adaptação baseada no chassis do fusca. Com estilo aerodinâmico e agressivo, ainda belo até hoje. Sua frente era inspirada no modelo VW 412 alemão, com faróis duplos, igual a toda linha brasileira de automóveis.
O protótipo foi
apresentado em março de 1971 na Feira da Indústria Alemã de São Paulo e em
julho de 1972 foi lançado com muito sucesso no mercado.
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O SP-2 tinha motor de 1.679 cm3, com dupla carburação (Solex 34 PDSIT), 75CV, freios a disco dianteiros, frisos laterais refletivos, limpadores de pára-brisa pantográficos, pára-choques de borracha. Painel bastante completo, com velocímetro, conta-giros, relógio, amperímetro, marcador de combustível e temperatura do óleo, luzes nas portas, acendedor de cigarros embutido, bancos em couro, cintos de segurança de 3 pontos, pneus radiais.
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Inicialmente foi produzido o SP-1, com motor de 1.584 cm3, do qual somente 88 unidades foram produzidas. O SP-2 continuou em linha até fevereiro de 1976, sendo produzidas 10.205 unidades.
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Seguindo o exemplo de matriz alemã, a filial da VW no Brasil, no ano de 1968, lançou o VW 1600 quatro portas, que ficou conhecido como Zé do Caixão. |
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No ano seguinte, 1969, lançou o VW Variant 1600 |
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Depois, em 1970, trocou o farol retangular dianteiro de toda linha por faróis duplos redondos. |
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Também em 1970, lança o VW TL 1600. |
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No ano de 1971, suspende a fabricação do VW 1600 quatro portas (Zé do Caixão). Foram produzidas um total de 24.475 unidades. |
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Em 1972 os modelos da Variant e da TL recebem novo estilo de frente |
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No ano de 1973 é lançada a Brasília. Com linhas modernas e retas, ampla área envidraçada. Era econômica e espaçosa e mantinha a robustez VW. |
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No ano de 1976 paralisa-se a fabricação do VW TL 1600 (109.285 unidades produzidas). No ano de 1977 paralisa-se a fabricação do VW Variant 1600 (250.000 unidades produzidas) |
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O VW Variant II, uma versão mais moderna, foi produzida entre dezembro de 1977 a 1980 sem muito sucesso. Mecanicamente mais moderna, com suspensão dianteira tipo Mc Pherson, motor 1600 cm3 e dupla carburação (parecia uma Brasília mais grande).
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No ano de 1982 A Brasília é retirada de linha (950.000 unidades produzidas no total) |
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EM CONSTRUÇÃO.....
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